Aproveite as leituras bíblicas aqui
com muita ajuda espiritual.


Ilha Solteira SP. Pastor Hélio
Sede Campo Grande
Fundador Pastor Gomes e sua esposa
Missionária Herculana
Pastor Hélio e Pastora Benedita
Ilha Solteira SP

Presidente Administrativo das
Igrejas Palavra de Cristo
Apóstolo Rubens e esposa Bispa Paula

Presidente Est. São Paulo
Bispo Márcio e esposa Pastora Bia

PASTOR NA VONTADE DE DEUS
Introdução: SERÁ QUE SOU UM PASTOR DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS? Cuidar Do povo de Deus, ou mesmo conduzir uma comunidade local, é ter sobre seus ombros a responsabilidade de cuidar da saúde espiritual de uma igreja, é uma das tarefas mais nobres e desafiadoras que existem. No entanto, o ministério pastoral não é uma simplesmente escolha de carreira ou uma profissão que alguém decide seguir, ou por se optar por uma escolha familiar, nasce de um mistério profundo chamado vocação. 2Timóteo 1:9 Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos;
Muitos cristãos que servem ativamente em suas igrejas locais, que sentem amor pela pregação ou que possuem facilidade para aconselhar, frequentemente se veem diante do espelho com uma dúvida latente: “Será que o desejo que sinto no meu coração é apenas entusiasmo ou é o chamado de Deus para o pastorado?” Confundir a empolgação temporária com o peso de uma vocação eterna pode gerar frustrações profundas tanto para o indivíduo quanto para a congregação que ele lidera. Pastorear uma determinada Igreja é necessário ter 3 pontos fundamental.
A Bíblia não deixa essa questão ao acaso. Ela apresenta critérios objetivos, espirituais e práticos para que qualquer pessoa consiga discernir, com clareza e paz mental, se o Criador de fato a está separando para o santo ministério.
O contexto: O pastorado na Igreja Primitiva e o perigo do "falso chamado"
No contexto do Novo Testamento, à medida que a Igreja Primitiva se expandia rapidamente pelo Império Romano, surgiu a necessidade urgente de estabelecer líderes locais para organizar as novas comunidades. Esses líderes eram chamados por diferentes termos nas Escrituras, como presbíteros (anciãos), bispos (superintendentes) ou pastores (aqueles que alimentam e protegem o rebanho).
Naquela época, aceitar a vocação pastoral não significava prestígio social, estabilidade financeira ou aplausos. Pelo contrário: significava colocar a própria cabeça a prêmio, ser o primeiro alvo das perseguições estatais e assumir o ônus de proteger a igreja contra heresias e divisões internas.
Por essa razão, os apóstolos foram extremamente rígidos ao estabelecer critérios de seleção. O chamado pastoral precisava ser rigorosamente testado. Não bastava a pessoa ter carisma ou autoproclamar-se líder; era necessário que sua vida privada, sua família e sua comunidade local validassem aquela vocação invisível com evidências visíveis de maturidade e integridade.
A explicação bíblica: Os três pilares do chamado pastoral
Para discernir se Deus te chama para o ministério pastoral, a teologia bíblica aponta para três dimensões que devem convergir e se confirmar mutuamente:
O primeiro sinal do chamado é um anseio profundo e persistente de se dedicar ao cuidado das almas. Não é um desejo por status ou autoridade, mas um amor constrangedor pela igreja e pela Palavra de Deus. O apóstolo Paulo valida esse sentimento, mas impõe um lembrete: é um trabalho excelente, o que exige dedicação total.
"Esta é uma palavra fiel: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja." — 1 Timóteo 3:1
O chamado divino nunca anula o caráter; ele o exige. Em suas cartas a Timóteo e Tito, Paulo lista os pré-requisitos obrigatórios para quem deseja liderar. O pastor deve ser alguém cujas virtudes sejam visíveis em sua rotina, especialmente na forma como conduz sua própria casa, provando que sabe governar antes de assumir a responsabilidade sobre o rebanho de Deus.
"Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; [...] que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)." — 1 Timóteo 3:2-5
O apóstolo Pedro traz uma advertência crucial sobre a postura do vocacionado. Deus não chama pastores para que trabalhem por obrigação, por ganância financeira ("torpe ganância") ou para exercer domínio autoritário sobre as pessoas. O verdadeiro pastor serve como um modelo vivo, guiado pelo amor sacrificial e reconhecido pela sua liderança servil, cujo chamado é confirmado pelos frutos espirituais e pelo discernimento da liderança da sua própria igreja local.
"Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho." — 1 Pedro 5:2-3
Como avaliar o seu chamado hoje?
A vocação pastoral não se resume a uma experiência mística isolada no quarto; ela se prova na prática, no serviço diário e comunitário. Se você sente que Deus pode estar te chamando para este ministério, não tenha pressa. O tempo de preparação e de teste é um ato de misericórdia de Deus para proteger você e a igreja.
Como aplicar esse discernimento na sua jornada atual?
Descanse no processo. Se o Senhor te escolheu para esta nobre missão, Ele mesmo abrirá as portas, capacitará a sua mente e moldará o seu coração para que você seja um instrumento de cura e direção para o rebanho Dele. Não fique ansioso, pois pode ser prejudicado com a ansiedade, Isaías 41:10 e Filipenses 4:6-7: "Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus"